51% das obras públicas federais em andamento estão paralisadas. Esse número é do TCU, publicado pelo Senado em abril de 2026.
R$ 15, 9 bilhões investidos. Sem entrega.
Esse dado tem nome concreto: escola sem reforma, estrada com buraco, unidade de saúde com estrutura erguida e porta fechada.
O diagnóstico técnico do TCU aponta crescimento de 32% nas obras paralisadas entre 2022 e 2025. De 5. 505 novas obras iniciadas entre 2024 e 2025, 1. 200 já estavam travadas antes de completar um ano.
Isso não é azar. É ausência de gestão.
Quando uma obra para, o dinheiro não volta. Ele some. E quem paga a conta não é o gestor que assinou o contrato. É o cidadão que esperava a entrega.
Ao longo de mais de 30 anos gerindo processos e equipes, aprendi algo simples: obra que começa sem plano de execução não termina. Começa para inaugurar, não para entregar.
O problema não é falta de recurso. É falta de responsabilidade por resultado.
Gestão pública que não mede entrega não é gestão. É gasto.
Washington Sorio
Pré-candidato a Deputado Federal RJ | Partido Novo
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