51% das obras públicas federais em andamento estão paralisadas. O diagnóstico é do TCU, publicado pelo Senado em abril de 2026.
R$ 15, 9 bilhões investidos. Sem entrega.
Esse número tem nome concreto: escola sem reforma, estrada com buraco, unidade de saúde com estrutura erguida e porta fechada. O dinheiro saiu do orçamento. O resultado não chegou.
O dado revela não é falta de recurso. É falta de gestão.
De 5. 505 obras iniciadas entre 2024 e 2025, 1. 200 já estão travadas. Isso representa 22% do lote mais recente, paralisado antes de completar um ano.
Quem paga essa conta é o trabalhador que usa a rodovia esburacada, o paciente que espera a policlínica inaugurar, o município que recebeu a ordem de serviço e ficou esperando.
O problema não começa na obra. Começa antes: no planejamento que não considera execução, no contrato que não prevê contingência, na ausência de quem cobre resultado.
Eu passei anos conduzindo projetos com prazo, orçamento e entrega real. Aprendi que intenção não substitui processo. Recurso sem método vira desperdício.
Gestão pública que não mede o que entrega não está administrando. Está gastando.
Washington Sorio
Pré-candidato a Deputado Federal RJ | Partido Novo #AndreMarinho #Zema #NOVO30