66% dos eleitores fluminenses dizem que segurança pública é a pior área do governo estadual. Não 30%. Não 40%. Dois em cada três.
Esse número, da pesquisa Genial/Quaest divulgada em julho de 2026, não é só dado de opinião. É diagnóstico de falha de gestão.
Passei mais de 30 anos dentro de organizações. Aprendi que quando dois terços das pessoas que dependem de um serviço dizem que ele é o pior que recebem, o problema não é de comunicação. É de entrega.
E a violência no Rio não cobra só em vidas. Cobra em rotina.
Ela muda o caminho que a mãe escolhe para levar o filho à escola. Muda o horário que o trabalhador aceita sair do emprego. Muda quais ruas o comerciante considera viáveis para abrir um negócio.
Segundo estimativa citada pelo jornal O Globo em agosto de 2026, a insegurança impõe custo adicional de R$ 31,1 bilhões por ano à economia fluminense, o equivalente a 2,3% do PIB estadual.
Isso é imposto invisível. E quem paga é quem não tem como escapar.
O debate político costuma tratar segurança como tema de campanha. Mas segurança é, antes de tudo, problema de gestão: meta definida, responsável identificado, indicador publicado e cobrança quando o resultado não vem.
O que falta no Rio não é mais discurso sobre violência. É método para resolvê-la.
Washington Sorio
3071 — Deputado Federal RJ | Partido NOVO
Propaganda eleitoral — CNPJ 68.306.820/0001-40
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