80, 4% das famílias brasileiras estão endividadas. Esse é o maior percentual já registrado, segundo levantamento de maio de 2026.
O número choca. Mas o que ele revela é mais grave do que a estatística.
A pessoa está empregada. Paga o transporte. Coloca comida na mesa. E ainda assim não fecha o mês.
Isso acontece quando a política pública mede inclusão pelo acesso e não pela estabilidade. Quando se celebra a queda do desemprego sem perguntar que tipo de emprego é esse, com que salário, com que proteção.
O resultado aparece na vida real: 29, 6% das famílias com dívidas em atraso. 12, 3% que já sabem que não vão conseguir pagar.
Esses não são números de crise passageira. São o retrato de um modelo que gerou acesso sem construir base.
Passei mais de 30 anos gerindo pessoas e organizações. Aprendi que dado sem interpretação serve para discurso, não para decisão.
O Brasil não precisa de mais anúncio de conquista. Precisa de gestão que leia o dado certo e entregue resultado onde ele precisa chegar: na vida de quem trabalha.
Washington Sorio
Pré-candidato a Deputado Federal RJ | Partido Novo
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