A Alerj identificou uma demanda reprimida de 909 mil pessoas sem qualificação profissional no Rio de Janeiro. O estado tem 4.900 vagas abertas para cursos gratuitos em 2026.
A conta não fecha.
Isso não é falta de intenção. É falta de escala, de coordenação e de pressão por resultado.
O problema tem nome: desconexão entre o que o governo oferta e o que o mercado precisa. Cursos existem. Vagas no mercado existem. Mas as duas pontas não se encontram com eficiência.
Quando isso acontece, quem paga o preço é o trabalhador que estudou e não conseguiu emprego. E a empresa que precisava de mão de obra e não encontrou.
Ao longo de mais de 30 anos formando equipes, aprendi que qualificação sem conexão com o mercado é gasto, não investimento.
O que funciona é diferente: formação mapeada pela demanda real, com indicadores abertos de colocação e responsabilidade de quem executa pelo resultado final.
Não é sobre criar mais cursos. É sobre garantir que cada curso gere emprego de verdade.
Isso é o que separa política pública eficiente de política pública que apenas aparece bem no relatório.
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