A Polícia Federal abriu uma operação contra desvios em um contrato de R$ 1,6 bilhão com o SUS no Rio de Janeiro.
R$ 1,6 bilhão. Em saúde pública. No estado que acabou de ameaçar fechar serviços por dívida bilionária.
Esses dois fatos juntos dizem tudo sobre o problema real.
Não é falta de recurso. É falta de controle sobre o recurso que já existe.
Eu já gerenciei contratos grandes. Sei o que acontece quando não há fiscalização real: o dinheiro escorre. Não sempre em corrupção escandalosa. Às vezes em sobrepreço, em escopo mal definido, em entrega que ninguém verifica.
O resultado é o mesmo: o serviço não chega para quem precisa.
No caso do SUS carioca, quem paga a conta é o paciente que espera na fila. É a família que não consegue marcar uma consulta especializada. É o trabalhador que perde dias de serviço esperando um atendimento que deveria ser rotina.
Contratos públicos mal fiscalizados não são problema técnico. São problema de gestão.
E gestão tem responsável.
O que me move não é denúncia por denúncia. É a convicção de que dinheiro público bem gerido salva vidas. Literalmente.
Isto não é sobre política. É sobre resultado.
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