O Alzirão começou com uma televisão na calçada e amigos expulsos de casa.
Esse detalhe, publicado pelo G1 em junho de 2026, diz mais sobre o Rio do que qualquer relatório de turismo.
A cidade não esperou estrutura. Criou a própria.
Em junho de 2026, a estreia do Brasil na Copa contra Marrocos mobilizou telões em Copacabana, Ilha do Governador, Manguinhos, São Cristóvão, Joá, Porto Maravilha e municípios da região metropolitana, como Niterói e São Gonçalo.
A Prefeitura do Rio autorizou múltiplos pontos. A Arena Copacabana abriu portões com entrada gratuita mediante retirada de ingresso pelo site da Sympla.
Isso é capacidade de mobilização real.
O problema é que essa energia raramente vira política pública consistente.
O mesmo Rio que lota Copacabana em noite de Copa convive com transporte que falha, serviços que não escalam e infraestrutura que depende de exceção, não de regra.
O torcedor que vai ao telão às 19h volta para casa depois. E o ônibus precisa estar lá.
A Copa revela o que o Rio consegue fazer quando há vontade, prazo e pressão.
A questão é por que esse padrão de entrega não se aplica ao cotidiano.
Washington Sorio
Pré-candidato a Deputado Federal RJ | Partido Novo #AndreMarinho #Zema #NOVO30
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