O Brasil gasta R$ 1,7 trilhão por ano em políticas sociais. A pobreza extrema não acabou.
Isso não é coincidência. É falha de gestão.
Quando o dinheiro chega sem estratégia, sem monitoramento e sem responsabilidade por resultado, ele some. Não necessariamente em corrupção. Às vezes, simplesmente em ineficiência.
Programas sobrepostos que atendem as mesmas famílias.
Benefícios que não têm critério de saída.
Recursos que chegam atrasados, no lugar errado, para as pessoas erradas.
O mais cruel nessa história: quem mais perde é quem mais precisa.
A família que deveria receber apoio real recebe um benefício que não resolve. Que não conecta ao mercado. Que não abre caminho para autonomia.
Isso não é cuidar dos mais pobres. É administrar a pobreza.
E administrar a pobreza é conveniente para quem vive de prometer solução sem nunca entregar.
Eficiência no gasto público não é cortar o que é necessário. É garantir que cada real chegue certo, gere impacto real e produza resultado mensurável.
Dinheiro público sem gestão não é generosidade. É desperdício com boa intenção.
O Brasil não precisa gastar mais. Precisa gastar melhor.
Eu sou Washington Sorio.
#GestãoPública #Eficiência #WashingtonSorio #PartidoNovo
O Brasil gasta R$ 1,7 trilhão por ano em políticas sociais. A pobre…