O Brasil tem vantagens comparativas em energia limpa, agro e biotecnologia, e ainda assim não lidera esses mercados.
Não é falta de talento. É falta de ambiente.
A chamada “Lei do Bem” existe há mais de 20 anos. Segundo análise do Partido Novo, ela não prevê critérios de qualidade nem mecanismos de avaliação do gasto público. Duas décadas de isenção fiscal sem métrica de resultado. Isso não é política de inovação. É desperdício com nome técnico.
Algumas gestões confundem incentivar inovação com direcionar setores. São coisas diferentes. Quando o Estado escolhe quem vai inovar, ele não acelera o mercado. Ele substitui o mercado. E o mercado, quando substituído, para de inovar.
O que funciona em países que crescem mais rápido é diferente: financiamento público vinculado a metas mensuráveis, universidades conectadas a empresas e ambiente regulatório previsível o suficiente para atrair capital privado. Nada disso exige gasto maior. Exige método.
Tecnologia não nasce de decreto. Nasce de ambiente.
E construir ambiente é trabalho de gestão, não de discurso.
Washington Sorio
Candidato a Deputado Federal RJ | Partido Novo #AndreMarinho #Zema #NOVO30
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