O fundo de previdência dos servidores públicos do Rio investiu mais de R$ 3 bilhões no Banco Master, que depois foi liquidado após irregularidades.
O governo estima recuperar R$ 1,4 bilhão. Assim, o prejuízo estimado ultrapassa R$ 1,6 bilhão. É dinheiro de quem trabalhou a vida inteira contando com a própria aposentadoria.
Isso não é azar. É governança.
Qualquer gestor com responsabilidade fiduciária básica sabe que concentrar recursos previdenciários em uma única instituição, sem controles adequados, não é estratégia. É negligência.
O servidor público fluminense não escolheu onde o fundo investia. Não tinha como interferir. Dependia de quem foi designado para proteger esse patrimônio.
E quem foi designado falhou.
A reunião em Brasília, em junho de 2026, para tentar recuperar o que sobrou é um exemplo de gestão de crise que ocorre quando a gestão preventiva não existe.
Apagar incêndio tem custo. E quem paga não é quem tomou a decisão errada.
Gestão séria de fundo previdenciário começa antes da crise: no processo de alocação, no limite de concentração, na auditoria independente e na prestação de contas antes que a instituição encerre as atividades.
O Rio não precisa de mais reuniões para recuperar o que perdeu. Precisa de critério antes de perder.
Washington Sorio
Pré-candidato a Deputado Federal RJ | Partido Novo #AndreMarinho #Zema #NOVO30
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