O governador em exercício do Rio recebeu, em maio de 2026, uma orie…

Washington Sorio

O governador em exercício do Rio recebeu, em maio de 2026, uma orientação pública do presidente da República para prender ladrões e milicianos que comandaram o estado.

Isso aconteceu durante a inauguração de um centro tecnológico em saúde na Fiocruz.

Dois eventos no mesmo dia. Dois sinais que raramente aparecem juntos.

Um revela o que o Rio pode construir quando há investimento, planejamento e entrega concreta em infraestrutura de saúde.

O outro revela o que ficou para trás: uma gestão que precisou ser desmontada por dentro, com mais de 2, 5 mil exonerações após a renúncia do governador anterior.

Essa combinação não é coincidência. É o retrato de um estado que tenta avançar enquanto ainda processa o custo de anos de má gestão.

Para o fluminense, isso tem consequência direta.

Cada cargo ocupado por indicação sem critério é um cargo que não entrega. Cada contrato opaco é um recurso que não chega ao hospital, à escola, à obra.

O Rio não tem problema de falta de potencial. Tem problema de gestão que não prestou contas.

Passei 30 anos em ambientes onde decisão errada tem nome, data e consequência. Aprendi que reorganizar uma estrutura comprometida exige mais do que vontade política. Exige método, critério e coragem para medir o que foi feito.

Gestão séria não começa com discurso. Começa com diagnóstico honesto e entrega verificável.

Washington Sorio
Pré-candidato a Deputado Federal RJ | Partido Novo

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