O governo anuncia R$ 33,3 bilhões em concessões para o Rio entre 2026 e 2028. No mesmo orçamento, corta R$ 2,7 bilhões em transportes.
Esses dois dados juntos dizem mais do que qualquer discurso.
A Firjan mapeou os investimentos confirmados: rodovias, saneamento, portos, ferrovias. São números reais, com contratos assinados. R$ 9,8 bilhões só em saneamento via CEDAE. Mais de R$ 870 milhões em Itaguaí e no Porto do Rio.
Mas concessão não é entrega. É promessa com prazo.
E o histórico brasileiro de obras paradas, de contratos sem auditoria e de PPPs que viraram fonte de sobrepreço exige uma postura diferente diante desses números.
O que precisa ser acompanhado não é o anúncio. É a execução.
Quem fiscaliza cada etapa? Quais são as metas intermediárias? O que acontece quando o prazo não é cumprido?
Saneamento e saúde impactam diretamente quem não tem outra opção. Não é conforto. É necessidade básica. Esses projetos precisam ser priorizados e monitorados com mais rigor do que uma rodovia de carga.
Gestão pública séria não celebra o contrato assinado. Ela cobra o resultado entregue.
É isso que pretendo fazer no Congresso: acompanhar execução, cobrar transparência e garantir que o dinheiro público gere valor real para quem mais precisa.
Anúncio não transforma cidade. Entrega transforma.
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