O ministro Fux disse recentemente que os escândalos de corrupção no Brasil não estão concentrados no Rio de Janeiro.
Essa afirmação merece atenção.
Não porque defende o Rio. Mas porque revela algo que gestores sérios já sabem: o problema da corrupção no serviço público é sistêmico, não geográfico.
Quando um estado vira símbolo do problema, os outros relaxam a guarda.
E é exatamente aí que o dano se aprofunda.
A CGU apontou que transparência precisa ser consumível: dados estruturados, acessíveis, auditáveis por qualquer cidadão. Não relatórios que ninguém lê. Não portais que ninguém encontra.
Sem isso, a corrupção não precisa se esconder. Ela simplesmente se dilui.
Para o fluminense, isso tem consequência direta.
Cada real desviado em qualquer ponto do país é um real que não chegou ao hospital, à escola, à obra parada. O Rio já sabe o custo disso na pele.
O problema não é onde a corrupção acontece. É que ela continua acontecendo porque os dados públicos ainda não funcionam como ferramenta real de controle.
Transparência sem auditoria é decoração.
Minha convicção é simples: gestor que não aceita ser auditado não está gerindo, está escondendo. E isso vale para qualquer estado, qualquer partido, qualquer esfera de governo.
Não é sobre o Rio. É sobre o padrão que aceitamos para o dinheiro público.
Eu sou Washington Sorio, pré-candidato a Deputado Federal pelo Rio de Janeiro.
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O ministro Fux disse recentemente que os escândalos de corrupção no…