O TCE-RJ suspendeu um convênio de R$ 23 milhões da Secretaria do Ambiente do Estado do Rio de Janeiro por indícios de irregularidades, segundo o G1 (julho de 2026).
R$ 23 milhões. Área ambiental. Suspensão por irregularidades.
Isso não é anomalia. É padrão.
Quem já gerenciou contratos sabe o que esse tipo de suspensão revela: o problema raramente está no momento da execução. Está no momento da contratação. Na ausência de critérios claros, na falta de auditoria prévia, na escolha de parceiros sem histórico verificável.
Quando o TCE precisa agir, o dinheiro já saiu da conta. O dano já está feito.
Para o contribuinte fluminense, o custo não é abstrato. É o projeto de recuperação ambiental que não acontece. É o prazo que se estende. É o recurso que deveria virar resultado e vira processo judicial.
O problema não é a fiscalização posterior. É a ausência de controle anterior.
Gestão séria começa antes da assinatura do contrato, não depois da denúncia.
Washington Sorio
Candidato a Deputado Federal RJ | Partido Novo #AndreMarinho #Zema #NOVO30
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