Oito em cada dez famílias brasileiras estão endividadas. Esse dado não está em relatório acadêmico. Está na estratégia de comunicação do próprio governo federal, reconhecido como ponto central do problema.
O que esse número revela não é só crise econômica. É falha de gestão acumulada.
Quando o endividamento chega a esse nível, o debate político deveria girar em torno de uma pergunta concreta: quais políticas produziram esse resultado e o que precisa mudar na execução?
Não é o que acontece.
O debate nacional em 2026 segue concentrado em rejeições, coalizões e quem vai puxar mais votos. Partidos discutem como ampliar bancadas para controlar fatias maiores do orçamento. Candidatos trabalham para reduzir imagens negativas.
Enquanto isso, a família que não fecha o mês não está esperando por aliança partidária.
Ela está esperando por resultado.
Eu passei décadas tomando decisões em cenários de crise real: empresas impactadas por recessão, operações que precisavam continuar funcionando sem espaço para improviso. Aprendi que, quando a situação aperta, discurso não paga conta.
O que resolve é diagnóstico correto, decisão rápida e responsabilidade pelo que foi entregue.
Gestão não começa na eleição. Começa na disposição de olhar para o dado e responder por ele.
Não é sobre polarização. É sobre quem está disposto a ser cobrado pelo resultado.
Washington Sorio
Pré-candidato a Deputado Federal RJ | Partido Novo
#AndreMarinho #Zema #NOVO30
Oito em cada dez famílias brasileiras estão endividadas. Esse dado …