PT e PL disputam palanque no Rio enquanto o estado não tem governador eleito.
O G1 noticiou, em junho de 2026, que o Rio de Janeiro virou ponto estratégico para as pré-campanhas presidenciais de Lula e Flávio Bolsonaro, justamente porque o vácuo de poder no governo estadual abriu espaço para essa disputa. O estado está sem comando definido, e o que chega primeiro não é solução. É palanque.
Isso revela um padrão conhecido: quando a gestão enfraquece, a política preenche o espaço. Não com proposta. Com disputa de território simbólico. O Rio vira palco de uma eleição presidencial antes de resolver o que fazer com seus próprios contratos, obras e serviços em andamento.
Para quem mora no estado, o custo é concreto. Decisões de infraestrutura, saúde e segurança ficam em compasso de espera enquanto o debate gira em torno de quem sobe no palanque. Não é abstrato. É o prazo da obra que escorrega. É a licitação que ninguém assina.
A polarização não é o problema em si. É o que acontece quando não há gestão para ocupar o lugar que a política deixa vazio.
O Rio precisa de quem entenda que administrar não é escolher lado. É entregar resultado independente do cenário eleitoral.
Washington Sorio
Candidato a Deputado Federal RJ | Partido Novo #AndreMarinho #Zema #NOVO30
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