R$ 730 milhões do Fundo Soberano do Rio foram liberados no último dia de uma gestão, para obras em 16 municípios. Em abril de 2026, o governador em exercício bloqueou tudo.
O Fundo Soberano existe para saúde, educação e infraestrutura prioritária. É formado por royalties do petróleo, dinheiro público por definição.
Liberar R$ 730 milhões de uma vez, às vésperas de uma saída, não é gestão. É o oposto disso.
Quem paga a conta não é o gestor que assinou. É o morador de Petrópolis esperando contenção de encosta. É a família de Volta Redonda com estrada danificada pelas chuvas.
Esse padrão tem nome: decisão sem responsabilização. Quem decide não responde pelo resultado.
Na iniciativa privada, um movimento assim tem consequências imediatas. No setor público, vira disputa judicial e o problema fica parado.
Tenho mais de 30 anos gerindo pessoas e recursos em situações de pressão real. Aprendi que a qualidade de uma decisão se mede pelo que acontece depois que o gestor sai da sala.
Gestão séria não é sobre o que você assina. É sobre o que você entrega, e a quem você responde por isso.
Washington Sorio
Pré-candidato a Deputado Federal RJ | Partido Novo
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