Três procuradores do TCE-RJ receberam R$ 4,2 milhões cada em um único mês.
Não é salário. São penduricalhos, adicionais empilhados sobre adicionais, criados por dentro do próprio sistema que deveria fiscalizar o gasto público.
O TCE existe para auditar contratos, verificar obras, cobrar resultado de gestores.
Quando o órgão de controle precisa ser controlado, o ciclo de accountability quebra.
E quem paga essa conta não é abstrato.
É o mesmo estado que tem hospitais sem insumos, escolas sem professor e obras paradas há anos.
O problema não é que servidores ganhem bem. O problema é que o modelo atual permite remunerar sem critério, sem teto real e sem entrega verificável.
Passei 30 anos em ambientes onde remuneração está atrelada a resultado. Aprendi que quando você desconecta pagamento de entrega, você não tem mais gestão. Tem despesa.
Controle público não se faz com discurso de austeridade. Se faz com regras claras, teto efetivo e transparência que qualquer cidadão consiga ler.
Partido Novo | Rio de Janeiro
Washington Sorio
Pré-candidato a Deputado Federal RJ | Partido Novo #AndreMarinho #Zema #NOVO30
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