Um médico e uma servidora pública vendiam o Mounjaro dentro de uma UPA em Nova Iguaçu por R$ 150 a aplicação, em dinheiro ou Pix, durante o horário de funcionamento da unidade.
Isso não é caso isolado de desvio de conduta. É o retrato de um controle interno que não existe.
Uma UPA funciona com escala de plantão, supervisor de turno, farmácia controlada e câmeras. Para um esquema desse tipo operar por tempo suficiente para gerar denúncia anônima, investigação e mandados de busca, muita coisa teve que falhar antes.
O paciente que chega com dor, com falta de ar, com filho doente no colo, divide o espaço com uma transação comercial ilegal. Paga imposto para financiar a estrutura. E ainda assim não tem acesso ao que a unidade deveria oferecer.
Esse é o custo real de gestão pública sem supervisão: não é abstrato, não é estatístico. É a UPA que deveria ser de todos funcionando como negócio particular de alguns.
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Washington Sorio
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