Uma granada foi encontrada dentro de uma casa em Campo Grande, na Z…

Washington Sorio

Uma granada foi encontrada dentro de uma casa em Campo Grande, na Zona Oeste do Rio, em junho de 2026. A ação que levou ao achado não era policial. Era um resgate de animais.

A Prefeitura foi ao local após denúncias de vizinhos sobre 14 cães em condições precárias. O que encontrou foi uma residência com acúmulo de lixo, uma idosa de 93 anos e um artefato explosivo.

O Esquadrão Antibombas foi acionado. O vereador que acompanhou a ação havia tentado entrar no imóvel dois dias antes e saído sob ameaça de faca.

Isso não é episódio isolado. É o retrato de um sistema de proteção que funciona em camadas desconectadas.

A denúncia dos vizinhos existia. O risco existia. A vulnerabilidade da moradora existia. Mas cada um desses elementos chegou ao poder público por canais diferentes, em momentos diferentes, sem que nenhum deles acionasse uma resposta integrada antes da situação escalar.

Uma idosa de 93 anos convivendo com um artefato explosivo não é falha de um agente específico. É falha de protocolo.

Quando proteção ao idoso, vigilância sanitária, defesa civil e segurança pública operam em silos, quem mora no imóvel paga o preço da desconexão.

Gestão pública eficiente não é ter órgãos. É fazer esses órgãos conversarem antes que o Esquadrão Antibombas precise ser o primeiro a chegar.

Washington Sorio
Pré-candidato a Deputado Federal RJ | Partido Novo #AndreMarinho #Zema #NOVO30

Acompanhe também no Instagram: https://www.instagram.com/washingtonsorio/

Compartilhar: LinkedIn X / Twitter WhatsApp